
Ouço frequentemente uma frase, e identifico logo que o mindset da pessoa que a diz, normalmente, ainda não está focado no que realmente importa:
“- COMER SAUDÁVEL FICA MUITO CARO” – MAS SERÁ MESMO?
“O tolo vê uma dificuldade em cada oportunidade, o sábio vê uma oportunidade em cada dificuldade.”
Depois dos assunto, dos ultraprocessados que abordei no ultimo artigo, trago algo que pode ajudar-te na tua organização diária, são 3 dicas que foram úteis para mim, e que me ajudaram a descomplicar as mudanças alimentares, concentrar em mim, e ser assertiva, pois nós somos o foco da mudança de toda a família:
Se, numa fase mais avançada do teu progresso, os quiseres introduzir e tiveres disponibilidade financeira para isso, ok, mas se essa não for a tua realidade, tudo ok na mesma! O básico bem feito é comida limpa! Sem rótulos complicados, sem invenções.
Cada um tem o seu tempo, algumas pessoas nunca vão “chegar lá”. Tentar mudar quem está à nossa volta é tentar que essa pessoa veja o mundo com lentes cuja graduação é a nossa e não a dessa pessoa, até maridos e filhos mais velhos, não te frustres, faz as adaptações mínimas vai mudando o estilo de compras e cozinhados, mas sem comprar guerras, o stress faz mal!
Com um bom pequeno almoço, almoço e jantar, muitas pessoas deixam de precisar de fazer snacks a toda a hora. Mas se tens fome, come! Sobretudo até encontrares o que resulta para ti, enquanto transitas nos teus hábitos, MAS! Leva contigo as tuas opções, não te deixes apanhar desprevenida pela fome que tenhas de ir a correr a uma padaria, lá não há nada para ti. (ex: fruta, ovos cozidos, frutos secos, tostas de arroz, manteigas de frutos secos, panquecas ou bolinhos caseiros, entre tantos outros, receitas simples, a maioria eu ensino como confecionar na comunidade remissão.)
Por último: Tudo o que tiver rótulos, lê! A indústria está já trabalhar a favor das nossas rotinas agitadas com produtos melhores, só temos de “ficar espertos” e conscientes das nossas escolhas! E boas compras!
